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O que é Terapia? – uma visão que transcende conceitos

Tratamento da alma, mente e espírito

Em pleno século XXI ainda existem crenças limitantes como: “terapia é coisa para louco” ou “por que fazer terapia se posso conversar com um amigo” ou, ainda, “terapia é caro”. Por trás desse tipo de crenças, noto que muita gente desconhece o real significado e os benefícios que a terapia pode proporcionar para qualquer tipo de pessoa.

 

Mas, você sabe o que é terapia?

 

Terapia significa tratamento. Todo tipo de tratamento para a saúde pode ser considerado terapêutico. Por isso, é sempre importante contextualizarmos o uso dessa palavra: no parágrafo acima, usei a palavra terapia como uma simplificação de psicoterapia, que é o tratamento da psique (alma, mente, espírito).

 

Diante disso, deve ficar mais claro o entendimento do conceito de psicologia: é o estudo da psique. O psicólogo forma-se em uma faculdade de psicologia e pode atuar em diversas áreas: Psicologia Escolar/Educacional, Psicologia Organizacional e do Trabalho, Psicologia de Trânsito, Psicologia Jurídica, Psicologia do Esporte, Psicologia Clínica, Psicologia Hospitalar, Psicopedagogia, Psicomotricidade, Psicologia Social e Neuropsicologia.

 

Ufa… Imagine quanto conteúdo é oferecido a esse universitário! Diante de tantas possibilidades, encontra-se a psicologia clínica que é onde o profissional atua como psicoterapeuta.

 

Muita gente também confunde os conceitos de psicólogo e psiquiatra. A psiquiatria é um ramo da medicina, ou seja, psiquiatra é médico! Se o leque de especializações da faculdade de psicologia é enorme, imagine a de medicina! E isso revela muito sobre a visão da maioria dos médicos psiquiatras da atualidade: grande parte deles não se aprofunda em técnicas psicoterapêuticas e acaba escolhendo exclusivamente caminhos medicamentosos.

 

O caminho em que tudo se resolve apenas com remédios tem a ver com o paradigma predominante na medicina ocidental convencional: a visão mecanicista de mundo. Nela, todo o universo funciona como máquinas, inclusive os seres vivos. Ou seja, nós seríamos como máquinas e os remédios seriam a grande solução para as questões psicológicas, pois regulariam nossa bioquímica corporal.

 

Obviamente há casos psiquiátricos em que eles são importantes, contudo a questão é que se eles fossem o único caminho, aonde ficaria a psique (alma, mente, espírito)? Máquinas não são dotadas de emoções e sentimentos, portanto não possuem psique!

 

Vale ressaltar que nem todos os médicos psiquiatras têm esse olhar mecanicista e limitante, embora infelizmente essa ainda seja a base de ensino predominante na grande maioria das universidades.

 

Quando o assunto é psique, há ainda outro termo muito comum: psicanálise. A psicanálise é uma linha de abordagem psicoterapêutica criada por Freud. É importante para a psicologia, mas não é o único caminho. Portanto, ela é apenas um dos tipos de abordagem psicoterapêutica.

 

De um modo abrangente, atualmente são consideradas quatro as forças da psicologia (ou linhas psicoterapêuticas) que aqui apresento de forma cronológica: comportamental, psicanálise, humanista e transpessoal.

 

Psicólogos e psiquiatras podem (ou não, de acordo com as metodologias profissionais que escolhem) atuar como psicoterapeutas. Mas você sabia que um psicoterapeuta não necessariamente precisa ser um psicólogo ou psiquiatra? Enquanto as universidades apresentam muitos conteúdos, sem proporcionar especializações em áreas específicas, há cursos voltados exclusivamente para as formações de psicoterapeutas transpessoais, psicanalistas, analistas junguianos e ainda outras abordagens.

 

Obviamente que um profissional não precisa se restringir a uma ou outra linha psicoterapêutica. O grande estudioso da psicologia e médico psiquiatra Carl Gustav Jung disse: “ao tocar uma alma humana, seja apenas outra alma humana.”

 

Não existem abordagens psicoterapêuticas melhores ou piores, pois aquela que para você pode dar excelentes resultados, pode não ser eficaz para outra pessoa. Cada indivíduo têm suas próprias crenças e sentimentos, portanto ao escolher um psicoterapeuta é fundamental que o profissional use uma metodologia que lhe faça sentido.

 

A Psicoterapia Transpessoal por Adriano Rizk

 

A psicoterapia transpessoal trabalha pelo equilíbrio do indivíduo a partir de quatro pilares (ou campos de energia) fundamentais: físico (corpo), emocional (sentimentos e emoções), mental (crenças, pensamentos) e espiritual (intuição e espiritualidade). É uma abordagem holística e integrativa, ou seja, ao invés de tratar o ser enquanto máquina, considera-o um como um todo composto por campos de energia em conexão.

 

Holístico refere-se a holismo, isto é, holograma. Psicoterapeuticamente, holística é uma visão de mundo que considera que a parte contém o todo, assim como o todo contém a parte. Por isso, nossos campos de energia físico, emocional, mental e espiritual estão intimamente interligados e afetando-se um ao outro. O desajuste de apenas um deles, prejudica (em maior ou menor grau) todos os demais, assim como o equilíbrio de um também estimula a harmonia dos demais.

 

É importante frisar que a questão espiritual é acolhida pela psicoterapia transpessoal de modo natural, como forma de expressão da alma e do espírito, respeitando as escolhas individuais relacionadas a religiões, por exemplo.

 

Escolhi essa abordagem por considerá-la inovadora e alinhada ao nosso tempo. Trabalho a partir de fundamentos da física quântica. Não nos restringimos apenas à conversa, mas também exploramos um conjunto de experiências composto por meditação, consciência respiratória, percepção corporal.

 

Caso tenha interesse em conhecer um pouco mais sobre minha abordagem, incluindo o diferencial de meu uso da arte enquanto metáfora da vida, entre em contato pelo WhatsApp ou Telefones: (11) 98138-8798 / 2455-7312. Ou acesse a área psicoterapia em nosso site.

 

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